sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Compulsão alimentar


Bom diaaaaa galera!!!

                Todo mundo animado porque hoje é sexta feira! Fim de semana chegando e sempre tem alguma festa ou algum lugar especial para ir. E pensando exatamente nesse momento que decidi qual seria o assunto desta semana.
                Normalmente em finais de semana, em eventos, comemoração, festas de qualquer âmbito, sempre acabamos comendo demais. Mas existem também aquelas pessoas que comem demais sempre. Essas pessoas sofrem de um transtorno chamado: Compulsão Alimentar.
               A compulsão alimentar se caracteriza pela ingestão exagerada e sem controle de alimentos. Na grande maioria das vezes, a pessoa come sem sentir fome, ela não tem uma necessidade física daquele alimento. Em alguns casos mais graves, os indivíduos chegam a comer alimentos crus ou congelados, não por prazer, mas por descontrole. Acarreta que grande parte dos compulsivos alimentares são pessoas que estão com sobrepeso, pois acabam consumindo mais calorias do que precisam no dia. Esse problema atinge todos os tipos de pessoas, independente do sexo e idade.
                Não se pode falar em causas absolutas no caso de transtornos como os de Compulsão Alimentar. Pode-se dizer que a relação com o alimento é construída ao longo da vida sofrendo inúmeras influências genéticas (ex: quadros depressivo-ansiosos na família), sociais (ex: padrão de beleza estabelecido pela mídia), educacionais (ex: hábitos adquiridos durante o desenvolvimento) e culturais (ex: padrão de alimentação de cada cultura). Por isso é necessária a avaliação de diversos elementos para se fazer um diagnóstico.
                 Como de forma descontrolada pode trazer inúmeros problemas para uma pessoa, tanto para a saúde como para o bem estar do corpo. Pessoas com compulsão alimentar relatam problemas de saúde como stress, dificuldade em dormir e pensamentos suicidas. Além de que exagerar em doces e/ou salgados pode acarretar alguns problemas sérios de saúde  a obesidade, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares, aumento de pressão arterial (no caso de alimentos ricos em sódio), colesterol alto, doença da vesícula biliar  e certos tipos de cancro ( cancro é uma doença caracterizada por uma população de células que cresce e se dividem sem respeitar os limites normais, invadem e destroem tecidos adjacentes, e podem se espalhar para lugares distantes no corpo). 
            Os tratamentos indicado para compulsão alimentar são acompanhamento psicológico, aconselhamento dietético e, se necessário, psiquiátrico e farmacêutico, voltados para o controle de ansiedade. São necessários também cuidados comportamentais, para mudança no estilo de vida, reeducação alimentar e prática de exercícios físicos. É muito importante saber o que é a compulsão alimentar, para que se possa buscar ajuda com profissionais especializados para ela. Como é uma doença crônica, dificilmente uma pessoa conseguirá se curar da doença, mas com acompanhamento e tratamento adequado ela pode continuar vivendo a sua vida de uma forma mais saudável e melhor.

                Bom, por hoje é isso gente. Até!

Júlia Gasch
Psicóloga Cognitiva Comportamental e Professional & Personal Coach
Tel: (12) 3622-6374 / 9612-7891


segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Quais são os seus alimentos-gatilho e os seus lanches de defesa?



Hoje vou falar um pouco sobre aqueles alimentos que te fazem cometer qualquer tentação. Sabe aqueles alimentos que só de lembrar dão água na boca? Hoje, eles serão o nosso alvo.

Você precisa identificar os alimentos incorretos que está comendo. Alguns desses alimentos simplesmente o controlam e você não consegue evitar consumi-los. Já aconteceu alguma vez de você comer um biscoito de chocolate, quando um saco inteiro estava aberto, e disponível na sua frente- e você nem sequer estava sentindo tanta fome assim? É um luxo que os seres humanos desenvolveram apensas neste último século. A indústria alimentícia chama esse comportamento de “fazer lanche” e já desenvolveu milhares de lanches para nos incentivar a aumentar o consumo desses alimentos.

Não há nada de errado em comermos de cinco a seis vezes ao dia se estivermos famintos. O importante é comer os alimentos certos.

O tipo de comportamento a que me refiro é movido por uma necessidade ou desejo irreprimível, sem que haja fome genuína. Como você não está com fome, os alimentos precisam apelar para as suas papilas gustativas, caso contrário você não vai gastar o seu dinheiro neles.

Há no mercado norte-americano, por exemplo, batatas fritas em óleos vegetais hidrogenados as quais se adiciona o sabor de carne bovina- o cheiro delas atrai você. A maior margem de lucro, porém, não está nas fritas nem nos hambúrgueres, mas nos refrigerantes, que costumam render 13.000%. Um refrigerante a base de cola de 240ml contém 150 calorias, portanto, ao consumir 946ml(copo tamanho grande), você ingere 600 calorias. Se essas calorias não são suficientes, pode-se consumir mais 800 calorias por apenas mais alguns centavos, pedindo para aumentar a porção. 

Os alimentos-gatilho são aqueles pelos quais as pessoas têm “verdadeira paixão”, mas que na verdade 
geram uma relação ambígua doentia, de amor e ódio simultâneos. Esses alimentos fazem você se sentir bem quando come e com sentimento de culpa depois de comê-los com a consciência de que eles irão te engordar. Você pode dar todo tipo de desculpa para se justificar, dizendo que não tem direito de não prestar atenção ao que come só dessa vez, ou pode ser que nem mesmo tenha consciência de tudo que comeu.

Não quero tirar os sonhos de você, mas que você mesmo (a) renuncie a eles. Se alguma vez já começou a beliscar na base da batata frita, amendoins ou pão e depois viu que não sobrou mais nada, sabe do que estou falando.

Exemplo de alguns alimentos-gatilho: (TENTAÇÃO)
·         QUEIJO E PIZZA
·         MOLHOS DE SALADA COM GORDURA INTEGRAL
·         MAIONESE, MARGARINA E MANTEIGA
·         CARNES VERMELHAS GORDUROSAS
·         PEIXES GORDUROSOS
·         MACARRÃO, ARROZ, PÃO, BATATAS, MASSAS EM EXAGERO
·         SORVETES
·         BOLOS E TORTAS RECHEADAS
·         BEBIDAS ALCÓLOCAS, DRINKS E CERVEJA

Fonte: Livro: A Dieta de Los Angeles – Dr. David Heber

Hélique Rocha
Executive,Positive& Master Coach for Wellness
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"O bem-estar refere-se a características positivas e sustentáveis que permitem  o florescimento de indivíduos e organizações". (The Well-Being Institute)


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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Transtorno alimentar seletivo x comer miojo todos os dias?

Bom dia meu povo!

     Estava navegando essa semana pela internet e me deparei com uma reportagem (não muito nova) no Yahoo que me chamou atenção. Ela falava sobre uma menina (Georgi) que se alimenta apenas de miojo há 13 anos. Então pensei comigo, nossa, ótimo assunto para eu falar no blog dessa semana. Muita gente não conhece ainda e ele é muito importante!
     Transtorno alimentar seletivo, o que será que é isso? É um distúrbio que se caracteriza pela rejeição a muitos alimentos, ficando a dieta restrita a cerca de 10 tipos de comida, geralmente carboidratos, alimentos ricos em açúcar e os processados. Geralmente, há uma grande aversão a frutas, legumes e verduras. Além da restrição alimentar, há uma recusa em experimentar novos alimentos. Esse transtorno pode afetar pessoas de todas as idades, embora as pessoas geralmente desenvolvam esta doença quando crianças ou no inicio da adolescência.
     As causas para esse distúrbio variam entre biológicas e psicológicas. As biológicas estão ligadas a um paladar muito aguçado, que provoca rejeição a sabores mais fortes ou ainda a rejeição a determinados alimentos pelas vias sensoriais e não pelo gosto, por exemplo, não gostar do cheiro ou da aparência do alimento. Neste artigo do Yahoo, Georgi relata: “Tenho um grande problema com frutas e vegetais, porque odeio a textura deles. Quando eu tento comer, entro em pânico”... “Eu não podia comer nada verde e vegetais não pareciam comida para mim.” Já as causas psicológicas, podem estar associadas a emoções negativas à alguns alimentos, por exemplo, um mal estar físico causado pela comida, como engasgos ou problemas gastrintestinais. 
     A pessoa que tem esse problema pode ser afetada de duas formas diferentes. Primeiro fisicamente, porque o corpo humano é projetado para beneficiar os nutrientes que vêm de uma variedade de alimentos, como: frutas, verduras, grãos, proteínas e gorduras. Consumir o mesmo alimento dia após dia pode levar à desnutrição, independente de qual alimento seja. A segunda forma de ser afetada é no âmbito biopsicossocial.  Como a maioria das situações sociais envolve comida (uma festa, um jantar de confraternização, um encontro com amigos), esses eventos se tornam uma fonte de estresse para o indivíduo, principalmente pela vergonha em estar fora do padrão alimentar normal. Ao evitar a interação social, surge um impacto no campo emocional, deixando a pessoa mais vulnerável a quadros de depressão e ansiedade. O caso de Giorgi também exemplifica isso, ela diz: “Não posso sair com meus amigos para jantar porque não quero que eles me vejam surtando se a salada encosta em algo que vou comer.”
     O tratamento dessa doença deve ser feito por uma equipe multidisciplinar, composta por um médico, nutricionista, psicólogo e em alguns casos psiquiatra. A família também tem papel fundamental para a recuperação, as refeições devem ser momentos prazerosos, e acontecer de modo regular para que existam exemplos saudáveis para quem sofre, e também é preciso apresentar uma grande variedade de opções para a pessoa aprender a lidar com as preferências.  Também é fundamental orientar a família e os amigos que o pacientes não estão “com frescura”, fazendo isso de propósito; trata-se de uma real dificuldade, e o comedor seletivo precisa se sentir seguro para tentar algo novo, sem a garantia de que vai gostar. Cada caso de seletividade alimentar tem suas peculiaridades, requer orientação individualizada, segundo as características específicas do paciente, da família e do meio. 

Boa semana a todos!


Júlia Gasch
Psicóloga Cognitiva Comportamental e Professional & Personal Coach
Tel: (12) 3622-6374 / 9612-7891



Reportagem inteira do Yahoo com Georgi: http://br.noticias.yahoo.com/blogs/vi-na-internet/garota-se-alimenta-apenas-miojo-h%C3%A1-13-anos-195905650.html

terça-feira, 20 de agosto de 2013



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Aproveite!

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Por que as pessoas engordam?



Há nove anos vejo esta frase e explico aos meus clientes todos os dias.
Na prática, a explicação é bem simples. Vamos à origem e passear pela história para você entender melhor.
Na pré-história, nossos ancestrais caçavam e procuravam alimentos na natureza. Além disso, tinham que lutar para sobreviver. Pela incerteza de quando seria a próxima refeição, nosso corpo se tornou eficiente em estocar gordura. Nossa continuação genética não mudou desde então, e não vai mudar nos próximos milhares de anos. Quando está em atividade, nosso corpo entra em equilíbrio, passa a produzir uma série de substâncias anti-inflamatórias e a inibir as pró-inflamatórias, além de liberar hormônios capazes de nos proporcionar bem-estar, alegria e prazer. O exercício diminui ainda a resistência à insulina (adiando ou evitando o diabetes tipo 2), melhora a capacidade de funcionamento do coração e evita perda de massa muscular, algo fundamental para a constituição de indivíduos saudáveis e ativos por toda a vida. 
“Corpo em movimento= equilíbrio das funções=produção de substâncias anti-inflamatórias=diminuição de resistência à insulina=aumento da capacidade de funcionamento do coração=manutenção da massa muscular, da força e do vigor físico por mais tempo=melhora do humor e promoção da sensação do bem-estar.”
Ao longo dos séculos, o que mudou não foi o nosso corpo, mas o ambiente em que vivemos. O momento da próxima refeição é mais incerto. O alimento está em cada esquina, ou ao alcance de um telefonema. Por isso, devemos programar o nosso corpo para que ele seja nutrido a cada três ou quatro horas. É dessa maneira, recebendo energia de forma fracionada ao longo do dia, que “desativamos” o comando interno para estocar gordura.
Fonte: Livro- Sua vida em movimento- Márcio Atalla- Educador físico do quadro “MEDIDA CERTA” do programa “Bem-estar” da GNT e do  O Fantástico.

Hélique Rocha
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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Bulimia: o que é isso?


Bom dia pessoal!!!

Mais uma sexta feira! Mais um dia de aprender sobre os transtornos alimentares!

Muita gente ainda tem dúvidas e me pergunta qual é a diferença entre a anorexia e a bulimia. Então como já expliquei a anorexia, vou explicar a bulimia e acredito que vá ficar mais fácil diferenciá-las. E caso ainda exista alguma dúvida, eu me coloco a disposição para tirá-las.
A bulimia caracteriza-se por uma preocupação persistente com o comer e um desejo irresistível de comida, sucumbindo o paciente a repetidos episódios de hiperfagia. O que é hiperfagia? Hiperfagia é comer muito ou comer de tudo, atacar a geladeira, ter uma fome excessiva e uma ingestão anormalmente alta de sólidos que foge do controle da pessoa.
Na bulimia o paciente tem uma preocupação excessiva com controle do peso corporal, o levando a tomar medidas extremas, como vômitos, purgação (tomando uma quantidade grande de laxantes), enemas e diuréticos, a fim de diminuir os efeitos do aumento de peso pela ingestão exagerada de alimentos.
A causa exata da bulimia não é conhecida. Fatores genéticos, psicológicos, traumáticos, familiares, sociais ou culturais podem contribuir para seu desenvolvimento. A bulimia provavelmente ocorre devido a mais de um fator. Ela afeta muito mais as mulheres que os homens, sendo elas representadas por 90% das pessoas que tem essa doença.
A bulimia trás serias consequências para o paciente, entre elas estão:
- Vasos sanguíneos rompidos nos olhos (do esforço de vomitar)
- Boca seca
- Aparência em forma da bolsa nos cantos da boca devido as glândulas salivares inchadas.
- O esmalte do dente pode estar desgastado ou furado devido à exposição excessiva ao ácido contido no vômito.
- Também pode haver cáries e infecções na gengiva.
- Pequenos cortes e calos na parte superior das articulações dos dedos das mãos devido ao vômito auto induzido.
O tratamento da bulimia deve ser feita por uma equipe profissional que contenha pelo menos um psiquiatra, uma nutricionista e um psicólogo. Dentro da minha linha teórica comportamental, o tratamento normalmente é feito subdividido em quatro estágios: o primeiro é o psicoeducativo, que é onde a pessoa vai aprender mais sobre a própria doença; o segundo é o monitoramento dos comportamentos alimentares, onde o profissional vai acompanhar a rotina alimentar da pessoa; o terceiro é a introdução de estratégias comportamentais para prevenir os episódios de compulsão alimentar e os comportamentos extremos para controle de peso e promover o autocontrole; e o quarto e último é o desafio cognitivo e reestruturação das atitudes alimentares disfuncionais, onde serão modificados os comportamentos disfuncionais do individuo no intuito de assim modificar também os seus comportamentos ambientais.

Bom, espero que tenha esclarecido algumas dúvidas! Até semana que vem!!!


Júlia Gasch
Psicóloga Cognitiva Comportamental e Professional & Personal Coach
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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Como adquirir hábitos alimentares saudáveis sem deixar de comer o que gosta e ter muita saúde e disposição para sempre?


A maioria das pessoas deseja ter um corpo sarado, ter saúde e disposição para sempre. O que elas não querem é sacrificar o desejo de comer guloseimas irresistíveis. Em artigos anteriores falei sobre a importância de novos hábitos e reeducação alimentar. Ouço isso o tempo todo dos meus clientes: ah esse assunto é muito chato, eu não quero deixar de comer o que gosto, eu adoro comer e por aí vai. Mas quem disse que temos que parar de comer o que gostamos para ter uma alimentação saudável? 
As pessoas confundem mudança de hábitos alimentares com dietas restritivas como já falamos anteriormente. Dieta é escolher um cardápio específico de baixa caloria, na maioria das vezes, pobre em nutrientes- não entregando às nossas células aquilo o que elas necessitam para o seu funcionamento saudável e seguir com esse regime até ao final estipulado. 
Ao contrário disso, mudança de hábitos é  tomar consciência dos alimentos que fazem bem à nossa saúde e que o nosso corpo precisa e receber todos os dias em teor de nutrientes balanceados na quantidade recomendada. Toda mudança exige paciência e disciplina.  Mesmo que o nosso paladar não agrade tanto dos alimentos inseridos no cardápio no começo. Após 21 dias ingerindo os alimentos saudáveis, o nosso paladar se acostuma com o novo sabor.
E quem disse que devemos parar de comer alimentos que gostamos e que não são saudáveis? Você pode perfeitamente comer o que gosta em ocasiões especiais  para satisfazer o prazer de comer sem culpa. Como churrasco com os amigos, sorvete com a criançada, aniversários, casamentos, jantares comemorativos. Não precisa ser uma ditadura severa. O importante é não descuidar após as festinhas e retomar com a alimentação saudável para nutrir as nossas células.
As doenças chegam como uma forma de protesto por não darmos ao nosso corpo, aquilo o que ele precisa. As células bem nutridas e satisfeitas nos presenteiam com uma pele bonita rejuvenescida e corada, cabelos saudáveis, soltos e brilhantes, unhas fortes e bonitas, brilho nos olhos, todos os órgãos internos funcionando em perfeita harmonia, nosso cérebro ativo e aumento da inteligência, criatividade e aprendizado, muita energia e disposição, entusiasmo, alegria, força física e emocional, emoções positivas, atitude mental positiva, enfim, muita saúde física e mental. Pensando nesses benefícios, não vale a pena mudar os hábitos alimentares? Reflita, faça um novo plano alimentar e atividades físicas com a ajuda de um profissional coaching e tenha uma semana estupenda!

Hélique Rocha
Executive, Positive& Master Coach for Wellness
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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

O que é essa tal de Vigorexia?


Olá Pessoal!  Tudo bem?

                Na semana passada eu falei sobre Anorexia, um assunto que atinge principalmente as mulheres. Então, como já havia falado na sexta feira, meu assunto de hoje é Vigorexia, um assunto que atinge principalmente os homens, na faixa dos 18 aos 35 anos.
                Então afinal, o que é essa tal de Vigorexia? A vigorexia, assim como a anorexia, é uma doença onde a pessoa possui uma distorção da auto-imagem. Mas desta vez, em vez da questão de emagrecimento, está relacionada à questão de força. Os indivíduos vigoréxicos usualmente se descrevem como fracos, pequenos, mesmo tendo desenvolvido musculatura acima da média. O resultado é que acabam desenvolvendo a dependência pelo exercício físico e uma espécie de obsessão pelo corpo musculoso, uma vez que nunca se satisfazem com a condição em que se encontram, ou seja, nunca se sentem suficientemente fortes e musculosos.
                Mas o que causa dessa doença? É uma luta constante do individuo tentando se encaixar nos padrões que foram impostos por sua sociedade, de um corpo belo e sadio. Essa pressão acaba por determinar a inserção ou não do sujeito na sociedade e nos grupos de seu interesse, dificultando o desenvolvimento da auto-estima e da sociabilidade sadias. A prática de esportes fica ligada a uma questão psicológica, o vigoréxico pratica exercícios para eliminar a ansiedade frente a seu corpo fraco. É muito comum, que nós dias em que não pode praticar exercícios ou quando tem perda de massa, ele se sinta fracassado e culpado.
                Alguns sintomas observados em vigoréxicos são preocupação excessiva com a massa muscular, grandes períodos na academia, levantamento de pesos cada vez maiores, uso de dietas com alimentos que são priorizados (proteínas, glicídios ou lipídios), uso de suplementos alimentares e ainda esteróides anabolizantes.
A vigorexia não é uma doença conhecida entre as pessoas, muitas vezes, porque alguns vêem o ato de praticar exercícios físicos como sendo 100% saudável, mas esquecem de avaliar qual o grau de comprometimento da pessoa com o exercício e suas cobranças com o próprio corpo. Além disso, dificilmente um indivíduo procura ajuda, primeiro porque não tem consciência de seu problema, e segundo por medo que as medidas de tratamento distanciem do corpo que deseja. Ela é uma doença difícil de ser detectada por isso é importante que todo o círculo social esteja atento a essas questões, não apenas familiares, mas professores, treinadores, colegas de academia.   
                O acompanhamento psicológico é indicado para quem tem vigorexia, pois auxilia no reconhecimento dos padrões distorcidos de imagem corporal, no encorajamento de atitudes mais sadias e no enfrentamento de possíveis dificuldades com a relação à exposição do corpo como se encontra. Outro motivo também é que a dependência de exercícios físicos pode ser entendida como vícios, à medida que a prática eleva o nível de endorfina (responsável pela sensação de bem estar), por isso pode provocar uma espécie de dependência química e emocional, que deve ser tratada com cautela e por um profissional adequado.

                Espero que tenham gostado do assunto desta semana. Até semana que vem!!!


Júlia Gasch
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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Como garantir uma boa nutrição para usufruir de muita saúde, disposição e aumentar os anos de vida?



Hoje vamos seguir com assunto da semana passada. Lembram que falamos que alguns acreditam que comendo mais saladas e frutas estão protegidos, e se esquecem das condições dos solos, sementes, elementos nocivos e contaminados, colheita, transporte e armazenamento?
A Nutrição Celular significa ter certeza que de que as células do corpo, as microunidades vivas do nosso organismo, recebem todos os nutrientes que foram ingeridos na quantidade certa ideal para cada necessidade de sua função biológica; assim, todo organismo se torna capaz de funcionar melhor e com elevado desempenho. A nutrição em nível celular é mais do que simplesmente acrescentar novos nutrientes como vitaminas, proteínas, minerais e água.
No nosso organismo, essas células de multiplicam e elas precisam de uma boa matriz para se reproduzir de maneira saudável. Se a matriz não está em condições favorável para reproduzir-se, ela copia novas células improdutivas. Exemplo: imagina uma folha matriz a ser xerocada com a letra ilegível: Depois são tiradas novas cópias do xerox e depois mais cópias da cópia: imagina o final dessa cópia. Vai estar quase vazia e isso seria as nossas células sem nutrientes. Se não damos ao nosso corpo o que ele precisa, ele compensa essa falta em forma de doenças.
Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), 50% das doenças que mais matam no mundo hoje estão relacionadas ao desequilíbrio nutricional. Colesterol, obesidade, hipertensão, câncer, doenças cardiovasculares, derrame, diabetes e suas complicações estão crescendo em progressões assustadoras e comer bem é diferente de nutrir bem, basta olhar a epidemia de doenças que vivemos no atual panorama mundial.
Voltando lá na origem dos alimentos, com todo o processo de perdas nutricionais que deixa o alimento pobre quando chega nossa mesa, ficamos com carência nutricional e temos que repor essa falta de alguma maneira para que o nosso organismo continue funcionando de maneira natural.  Nem tudo está perdido. A solução é adquirir o hábito de consumirmos alimentos orgânicos. Verduras, legumes e frutas orgânicas frescas. O ideal é ter uma hortinha e colher tudo fresquinho do pé, mas se não tivermos essa possibilidade, podemos comprar em lugares que vendem produtos orgânicos. Por isso, garantir uma alimentação saudável está se transformando em um desafio nos centros urbanos. É aí que entram os suplementos nutricionais de fonte natural, e não sintéticos tão completos e balanceados quanto possível de controle de calorias. São elaborados a partir das plantas, frequentemente utilizando suas folhas, caules, raízes e/ou casca, bem como brotos e flores. Conhecidos há séculos como agentes medicinais, muitas partes dos vegetais podem ser usadas em sua forma natural, ou podem ser refinados em forma de tabletes.
Suplementos nutricionais não são remédios! É um processo de nutrição que conhece e respeita o funcionamento celular, e o corpo fica em harmonia, com muito mais vitalidade, aumentando o bem-estar.
“Devemos mudar alguns paradigmas da nutrição mundial” (extraído do livro O mundo mudou. A comida também, do dr. Máximo Asinelli) – Leia uma dica para consulta de leitura do: "Paraná Online", acessando:  http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/163422/


Hélique Rocha 
Executive,Positive,Master Coach for Wellness & Eneagrama
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